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Início Drogaria Poupaqui Galeazzi CLORIDRATO DE FLUOXETINA 20 mg x 30 CAPSULAS
CLORIDRATO DE FLUOXETINA 20 mg x 30 CAPSULAS
TEUTO
Medicamento ANVISA Ativo Tarja Vermelha - Venda sob prescrição ✓

CLORIDRATO DE FLUOXETINA 20 mg x 30 CAPSULAS

EAN 7896112125617 CONTROLADO CLORIDRATO DE FLUOXETINA

CLORIDRATO DE FLUOXETINA 20 mg x 30 CAPSULAS. Medicamento comercializado conforme as regras sanitárias aplicáveis. Consulte a embalagem para conferir composição, modo de uso, quantidade, advertências e recomendações do fabricante antes da utilização.

R$ 56,79
preço na farmácia
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Vendido e entregue por Drogaria Poupaqui Galeazzi
Galeazzi - 64369730000147 — SP
Venda sob prescrição (Tarja Vermelha). Medicamento sujeito a prescrição simples. A dispensação deve ocorrer mediante avaliação do farmacêutico e apresentação da receita quando aplicável; não há retenção de receita indicada para este item no cadastro atual.
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Para que serve Informação validada

A fluoxetina é um antidepressivo indicado para tratar depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, bulimia nervosa e transtorno disfórico pré-menstrual. O medicamento atua no cérebro ajudando a equilibrar substâncias que afetam o humor e o bem-estar. O tratamento deve ser acompanhado por um médico.

Como usar Informação validada

O medicamento deve ser tomado por via oral, uma vez ao dia, podendo ser ingerido com ou sem alimentos. A dose e duração do tratamento variam conforme a condição a ser tratada e devem ser determinadas pelo médico. Não deve ser interrompido abruptamente sem orientação médica.

Alertas e contraindicações

A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo e de outras desordens psiquiátricas. Assim como outros antidepressivos, com atividade farmacológica semelhante, casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram relatados durante o tratamento com cloridrato de fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora não tenha sido estabelecida uma relação causal exclusiva para cloridrato de fluoxetina em induzir a tais comportamentos, uma avaliação em conjunto de vários antidepressivos (incluindo o cloridrato de fluoxetina) indica um aumento de risco potencial para ideias e comportamentos suicidas em pacientes pediátricos e adultos jovens (< 25 anos), em comparação ao placebo. O médico deve ser consultado imediatamente caso o paciente, independente da sua idade, relatar quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento; o médico deve orientar os pacientes a relatarem a qualquer momento aflições ou sentimentos diferentes observados durante o tratamento. Cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com precaução em pacientes com condições clínicas que predispõem a arritmias (alteração dos batimentos cardíacos) ou exposição aumentada à fluoxetina (por exemplo, mau funcionamento do fígado). Erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e sistêmica (reações anafilactoides) e reações sistêmicas progressivas, algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins ou pulmões, foram relatadas por pacientes tratados com cloridrato de fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica para a qual uma causa não pode ser identificada, cloridrato de fluoxetina deverá ser suspenso. Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, cloridrato de fluoxetina deve ser administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões. Foram relatados casos de hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue) em pacientes tratados com cloridrato de fluoxetina. A maioria desses casos ocorreu em pacientes idosos e em pacientes que estavam tomando diuréticos (medicamentos que facilitam a eliminação de urina) ou com diminuição da quantidade de líquidos no organismo. Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante a terapia com Cloridrato de fluoxetina e hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada quando o tratamento com cloridrato de fluoxetina for estabelecido e após a sua suspensão. Cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com cuidado em pacientes com pressão intraocular elevada ou naqueles que tenham risco de glaucoma de ângulo estreito agudo (doença caracterizada pelo aumento da pressão intraocular que causa intensa dor nos olhos e perda repentina da visão). O desenvolvimento de uma síndrome potencialmente fatal foi relatado com o uso de fluoxetina sozinho ou em conjunto com outros medicamentos da classe serotoninérgica (incluindo triptanos) e com medicamentos que prejudicam o metabolismo da serotonina (em particular, inibidores da monoaminoxidase). Os sintomas desta síndrome podem incluir alterações do estado mental (por exemplo, agitação, alucinações, delirium e coma), instabilidade autonômica [por exemplo, taquicardia (batimentos cardíacos acelerados), pressão arterial instável, tontura, sudorese (suor em excesso), rubor (vermelhidão da pele), hipertermia (febre)], sintomas neuromusculares [por exemplo, tremor, rigidez, mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços e pernas durante o sono), hiperreflexia (reações de reflexo exageradas), falta de coordenação], convulsões (contração involuntária e intensa dos músculos) e/ou sintomas gastrointestinais [por exemplo, náusea (vontade de vomitar), vômito, diarreia]. O uso concomitante de fluoxetina com inibidores da monoaminoxidase com o propósito a tratar distúrbios psiquiátricos é contraindicada.

Informações de referência

As indicações e alertas informados são referentes ao princípio ativo Cloridrato De Fluoxetina e se aplicam a todas as apresentações deste medicamento. A posologia exata (doses e intervalos) pode variar conforme a concentração do seu produto — consulte sempre a bula do produto adquirido ou um profissional de saúde.

Informações técnicas fornecidas pela ANVISA — Bulário Eletrônico

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