HIDROCLOROTIAZIDA 25 mg x 30 COMPRIMIDOS. Produto para saúde, higiene ou cuidados pessoais. Consulte a embalagem para conferir composição, modo de uso, quantidade, advertências e recomendações do fabricante antes da utilização.
é destinado ao tratamento da pressão alta, quer isoladamente ou em associação com outros fármacos anti-hipertensivos (medicamentos que tratam a pressão alta). Pode ser ainda utilizado no tratamento dos inchaços associados com Insuficiência Cardíaca Congestiva (condição em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo), cirrose hepática (condição ocasionada por certas doenças crônicas do fígado que destroem suas células) e com a terapia por corticosteroides ou estrógenos (hormônios). Também é eficaz no inchaço relacionado a várias formas de disfunção renal, como síndrome nefrótica (condição caracterizada por presença de proteína na urina), glomerulonefrite aguda (inflamação dos glomérulos dos rins) e Insuficiência Renal Crônica (condição nas quais os rins apresentam atividade abaixo dos níveis normais).
O tratamento deve ser individualizado de acordo com a resposta do paciente. A dose deve ser ajustada para se obter a resposta terapêutica desejada, bem como para determinar a menor dose capaz de manter esta resposta. Você deve tomar o comprimido com líquido, por via oral. Uso adulto: Pressão alta Dose inicial: 50 a 100mg/dia, em uma só tomada pela manhã ou em doses fracionadas. Após 1 semana a
Advertências Câncer de pele não melanoma: Converse com seu médico antes de tomar hidroclorotiazida se você teve câncer de pele ou labial. Converse com seu médico imediatamente se você apresentar: - sensibilidade ao sol ou à luz UV, - uma lesão de pele inesperada durante o tratamento. O tratamento com hidroclorotiazida, particularmente em uso prolongado com altas doses, pode aumentar o risco de câncer labial e de pele não melanoma. Proteja sua pele de exposição ao sol e aos raios ultravioletas, incluindo bronzeamento dentro de locais fechados, enquanto usa hidroclorotiazida. Foi observado um aumento do risco de câncer de pele e labial não melanoma (Carcinoma de Células Basais (CBC) e Carcinoma de Células Escamosas (CCE)) com aumento acumulativo da dose de exposição à hidroclorotiazida em dois estudos epidemiológicos baseados nos registros de câncer nacional Dinamarquês. Ações fotossensibilizantes (que aumentam a sensibilidade à luz) da hidroclorotiazida poderiam agir como um possível mecanismo para o câncer de pele e labial não melanoma. Os pacientes em uso de hidroclorotiazida devem ser informados do risco de câncer de pele e labial não melanoma e aconselhados a verificar sua pele regularmente quanto a quaisquer novas lesões e reportar imediatamente quaisquer lesões de pele suspeitas. É recomendado atenção especial para paciente com fatores de risco conhecidos para câncer de pele, como: fototipos de pele I e II (pele branca pálida e clara), histórico familiar de câncer de pele, histórico de dano na pele pela exposição ao sol/irradiação UV e radioterapia, fumantes e em tratamento fotossensibilizante. Devem ser recomendadas aos pacientes possíveis medidas preventivas, como exposição limitada à luz do sol e raios ultravioletas e adequada proteção quando exposto aos raios solares, com o intuito de minimizar o risco de câncer de pele. Lesões suspeitas na pele devem ser prontamente examinadas, potencialmente incluindo exames histológicos de biópsia. O uso de hidroclorotiazida também pode precisar ser hidroclorotiazida – comprimido – Bula para o Paciente. 2 reconsiderado em pacientes que tiveram câncer de pele e labial não melanoma previamente (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Distúrbios respiratórios Converse com seu médico antes de tomar este medicamento se você teve problemas respiratórios ou pulmonares (incluindo inflamação ou líquido nos pulmões) após a ingestão de hidroclorotiazida no passado. Se você desenvolver falta de ar ou dificuldade em respirar após tomar hidroclorotiazida, procure atendimento médico imediatamente. Insuficiência renal (dos rins) A azotemia pode ocorrer durante a administração de diuréticos tiazídicos em pacientes com insuficiência renal. Se houver progressão da insuficiência renal, o tratamento deve ser completamente revisto pelo seu médico, ou considerar a interrupção da terapia com diuréticos. Desequilíbrio eletrolítico As tiazidas, incluindo a hidroclorotiazida, podem causar desequilíbrio do volume de fluidos ou eletrólitos [incluindo hipocalemia (redução dos níveis de potássio no sangue), hiponatremia (nível baixo de sódio no sangue) e alcalose hipoclorêmica]. Sinais clínicos de alerta de desequilíbrio de fluidos e eletrólitos são: boca seca, sede, fraqueza, letargia, sonolência, inquietação, dores ou cãibras musculares, hipotensão, oligúria, taquicardia e distúrbios gastrintestinais, como náuseas ou vômitos (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). A hipocalemia pode ocorrer quando a hidroclorotiazida for administrada, especialmente em diurese rápida, após terapia prolongada ou em cirrose grave. A hipocalemia pode sensibilizar ou agravar ainda mais a resposta do coração aos efeitos tóxicos da digoxina (ex.: aumento da irritabilidade ventricular) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Hipercalcemia (aumento nos níveis de cálcio no sangue) significativa pode ser evidência de hiperparatireoidismo latente.
As indicações e alertas informados são referentes ao princípio ativo Hidroclorotiazida e se aplicam a todas as apresentações deste medicamento. A posologia exata (doses e intervalos) pode variar conforme a concentração do seu produto — consulte sempre a bula do produto adquirido ou um profissional de saúde.
Informações técnicas fornecidas pela ANVISA — Bulário Eletrônico